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Plinio Silva

Flauta Doce, Prática de Conjunto

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plinioÉ formado em Educação Artística – Habilitação em Música - pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP), com Especialização em Música de Câmara pela Escola de música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e Mestrado em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É professor de “Flauta Doce e Prática de Conjunto” na FAP e EMBAP desde 1991. Nascido em São Paulo, iniciou seus estudos da flauta doce com os professores Wilson Rezende e posteriormente com Bernardo T. Piza , no Conservatório Musical Brooklin Paulista. Participou de vários cursos de Música Antiga na “Sociedade Pró-Música Antiga de São Paulo” com os professores Ricardo Kanji e Jacques Ogg. Como bolsista, participou de várias edições dos “Festivais de Música” de Campos do Jordão, Brasília e Curitiba - nos cursos de “Música Antiga e Dança Renascentista” - junto aos professores Helder Parente e Roberto de Regina. Residindo em Curitiba desde 1981, integrou o “CONJUNTO RENASCENTISTA DE CURITIBA” sob a direção da gambista Eunice Brandão e fundou, juntamente com ela e Flávio Stein o “Centro de Música Antiga de Curitiba”, mantidos até 1986 pela Fundação Cultural de Curitiba. Entre 1983 e 1984 residindo na Europa, participou de vários Cursos e Festivais de Música Antiga – Renascentista, Barroca e Rococó - na Espanha e Áustria, sob orientação de Jordi Savall, Baldrick Deerenberg, Romã Scalas e Hildegard Tenta . Ainda na Áustria, frequentou como aluno extraordinário o “Orff Institute”, em Salzburg, nas classes de ‘Prática de Conjunto e Improvisação”. Retornando ao Brasil em 1985, com o grupo “STUDIUM MUSICAE” (ex “Conjunto Renascentista de Curitiba” , então sob a direção de Flávio Stein ) participou do primeiro registro fonográfico composto somente por temas medievais gravado no país, o LP "As Cruzadas - Música Vocal e Instrumental dos Séculos XIII e XIV". Na direção musical desse grupo, no início de l994, realizou uma turnê por diversas cidades da Holanda, que culminou com a gravação ao vivo, na Igreja de Thessing, do CD "Holland Tour – Studium Musicae" – Middle Age European Music and Brazilian Folk Music – com um repertório que mesclava temas medievais europeus com a música tradicional do cancioneiro nordestino brasileiro. Toda a pesquisa e prática da chamada ‘música histórica’, levou-o a direcionar seu trabalho para o levantamento, transcrições e arranjos de temas étnicos e tradicionais – vocais e instrumentais - provenientes de todos os continentes. Fundou em 1994 o “TERRA SONORA”, fazendo a direção musical e a execução de flautas doce, harmônio, krum-horn, sheng e metalofone. Boa parte desse material coletado (mais de 700 temas) foi registrado em 5 CDs e tem sido apresentado nos mais diversos espaços culturais e festivais de música e artes do Brasil e do exterior. A partir de 2003, essa prática de pesquisa e execução desse repertório estendeu-se à Faculdade de Artes do Paraná – FAP - através de um Projeto de Extensão denominado “Música dos Povos”. Desenvolvido juntamente com Liane Guariente, o projeto busca levar ao maior número de alunos e ex alunos de qualquer um dos cursos ofertados por essa instituição o contato e a prática com esse repertório singular. O trabalho - que já envolveu cerca de 160 alunos em várias formações – gerou a formação de 2 grupos: BAYAKA (desde 2003), com 4 CDs gravados e OMUNDÔ (desde 2007) com 1 CD gravado. Ambos os grupos tem se apresentado constantemente em diversos eventos culturais do Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Desde 2010, é o diretor musical do “Grupo Folclórico Polonês WISLA”. Paralelamente a esse trabalho como pesquisador e coordenador de grupos camerísticos, Plinio Silva tem participado como músico convidado em diversos projetos de gravação de CDs com grupos e artistas paranaenses (Wandula, Plêiade, Wahari, Papo Coral, Le Baroque Brexo, Rogério Gulin, Hilton Barcelos e Luciano Vassão, entre outros) além de trilhas sonoras para teatro e CD- Rom. Entre as décadas de 80 e 90, tomou parte como instrumentista convidado nos grupos “Pró-Arte Dança Antiqua” e do grupo “Música antiga da UFF” (ambos do Rio de Janeiro), “Terra Papagalis” (Suíça/Brasil) e “Ânima” (Campinas).

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