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Orquestra de Violões da Escola de Música e Belas Artes do Paraná - OVEMBAP

 

Fundada por volta de 2001 a partir de uma iniciativa voluntária de alunos e professores, a Orquestra de Violões da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, foi instituída pelo professor Mário da Silva. Coordenada e dirigida por muitos anos pelo Prof. Dr. Orlando Fraga, abriu espaço para graduandos e professores assumirem a regência: como o Professor Luiz Cláudio Ribas Ferreira, os já graduados Adailton Pupia, Leonardo Martinichen, Osvaldo Ferraz e Luiz Gontarski. Atualmente é coordenada pelo professor Alisson Alípio, sob a regência de Willian Lentz, graduando do 6° ano do Curso Superior de Composição e Regência.

A orquestra já realizou diversos concertos pelo Paraná,  participou do 14° Festival de Inverno da UFPR em Antonina, do VII Encontro ABEM-Região Sul em Curitiba, da Mostra EMBAP 2006 em Curitiba, do IV Festival de arte e cultura popular do litoral paranaense em Paranaguá, do III Ato Poético da CEU, da I Feira de Cultura Popular CEU-PR, III e IV Festival Penalva, Paço da Liberdade, Capela Santa Maria, dentre outros.

Os integrantes da orquestra são oriundos de todos os níveis de formação da EMBAP, desde o curso livre de formação musical até Licenciatura em Música, Composição e Regência e Bacharelado em Violão. São estudantes que vieram das mais diversas regiões do Estado e do Brasil. Atualmente o grupo é formado por graduandos de Bacharelado em Violão e de Composição e Regência.
 
A orquestra de violões possibilita ao estudante do curso de Bacharelado em Violão a atividade em conjunto, ampliando sua perspectiva musical e sua relação com a formação orquestral. O executante assimilará experiências semelhantes às de músicos integrantes de conjuntos de câmara e sinfônico, estabelecendo funções respectivas às dos naipes da orquestra. Com isto o violonista ampliará sua percepção sobre as funções exercidas com relação ao grupo, o que o levará conseqüentemente a compreender obras direcionadas ao repertório individual.

Esta disciplina amplia a perspectiva de mercado de trabalho para o músico violonista, que não limitará seus projetos apenas para a estruturação musical individual, tendo em vista participar de formações mistas como também executar concertos com violão e orquestra sinfônica, desenvolvendo assim um trabalho mais maduro, compreendendo de antemão as indicações gestuais do regente e interagindo com mais naturalidade perante o conjunto. 


A prática de orquestra exerce funções didáticas, para isto é necessária a escolha de obras que estimulem o músico a exercitar sua percepção, compreensão e ação musical. Partindo destes pressupostos o repertório organiza-se da seguinte forma:

Renascença: Transcrições de obras direcionadas a grupos instrumentais da época e arranjos derivados de peças solistas;
Barroco: Transcrições de peças polifônicas contrapontísticas e desenvolvimento do concerto grosso;
Clássico: Arranjos de peças de compositores violonistas da época. Transcrições de obras de compositores não violonistas;
Romantismo: Arranjos derivados de obras de compositores violonistas da época. Adaptações de obras de compositores não violonistas.
Modernismo: Arranjo de peças solistas, execução de peças compostas especificamente para quarteto de violões, e experimentalismos adaptados de obras de compositores não violonistas.
Contemporâneo: Peças para quartetos, arranjos de peças solistas, adaptações de peças não violonísticas. Envolvimento com o curso de Composição e Regência da EMBAP, como também os demais cursos da instituição, com o intuito de executar arranjos e composições dos cursandos.

 

Com esta abordagem o jovem músico se familiariza com o contexto musical de cada época em um âmbito mais amplo.


Participação de outros grupos instrumentais em conjunto com a orquestra de violões:

A orquestra incentiva a participação de solistas e grupos instrumentais sendo estes relacionados às famílias das Madeiras, Percussão, Metais, Cordas como também o trabalho com cantores.
A Orquestra de Violões da EMBAP preenche uma lacuna que há muito afasta o violonista do envolvimento com grandes formações durante o período de graduação, auxiliando-o em sua integração na prática musical em conjunto.

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